Comparação metodológica
Odds públicas x pesquisas eleitorais
A tabela coloca lado a lado duas medidas diferentes para facilitar a leitura, sem tratá-las como equivalentes.
| Candidato | Odd atual | Mediana nas pesquisas | Institutos |
|---|---|---|---|
| Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | 63,5% | 40% | 14 |
| Flávio Bolsonaro (PL) | 23,8% | 33% | 14 |
| Renan Santos (Missão) | 9,5% | 3% | 14 |
| Ronaldo Caiado (União Brasil) | 2,1% | 4% | 14 |
Odds medem preços de contratos em um mercado; pesquisas medem respostas de uma amostra. A diferença entre as colunas não é vantagem eleitoral.
Como calculamos
Para cada candidato, usamos a odd do último corte das 23:00 BRT e a mediana da leitura de primeiro turno mais recente de cada instituto que testou o nome. Não misturamos os valores em uma média única.
Corte das odds: 27 de jul. de 2026. As datas das pesquisas variam por instituto.
O que a comparação permite observar
A tabela ajuda a identificar quando a expectativa dos participantes do mercado está mais concentrada ou mais dispersa do que as intenções de voto registradas nas pesquisas. Essa diferença pode refletir regras do contrato, percepção sobre candidatura, chance de chegar ao segundo turno, alianças e liquidez.
Para acompanhar tendência, compare cada candidato com sua própria série ao longo do tempo. Uma fotografia isolada não mostra se o movimento é persistente nem se surgiu antes ou depois do período de campo de uma pesquisa.
Limites da leitura
A mediana reduz a influência de um valor extremo, mas não torna cenários diferentes metodologicamente equivalentes. Institutos podem testar listas de candidatos, modos de entrevista e períodos de campo distintos. Por isso, o painel preserva as leituras individuais e informa quantos institutos entraram em cada referência.
As fontes e os critérios de inclusão estão descritos na metodologia.