Análise diária
Eleição 2026 em 21 de ago. de 2026
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o maior movimento do corte entre os candidatos destacados: -1,0 pp.
Ranking do corte
| Candidato | Odd pública | Variação |
|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro (PL) | 33,5% | +0,6 pp |
| Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | 62,5% | -1,0 pp |
| Renan Santos (Missão) | 4,2% | -0,3 pp |
| Geraldo Alckmin (PSB) | 0,1% | 0,0 pp |
| Outros | 1,4% | -0,3 pp |
Odds refletem preços de mercado e não equivalem a intenção de voto, previsão oficial ou recomendação financeira.
Leitura editorial do corte
No corte das 23:00 BRT, Luiz Inácio Lula da Silva teve o maior movimento entre as séries exibidas (-1.00 pp). Flávio Bolsonaro veio em seguida (+0.60 pp). Entre as fontes coletadas, os temas mais visíveis foram: Datafolha: Lula marca 39% no 1º turno, e Flávio Bolsonaro tem 33%; Datafolha: Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 43%, no segundo turno; Pesquisa Datafolha: Lula tem 47%, e Flávio Bolsonaro soma 43% em eventual segundo turno.
Hipótese: a cobertura coletada mencionou Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, portanto pode ter servido como contexto para a reprecificação observada.
Notícias usadas como contexto
- Datafolha: Lula marca 39% no 1º turno, e Flávio Bolsonaro tem 33%Folha de S.Paulo
- Datafolha: Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 43%, no segundo turnoSul 21
- Pesquisa Datafolha: Lula tem 47%, e Flávio Bolsonaro soma 43% em eventual segundo turnoEstadão
- Datafolha: Lula lidera o 1º turno com 6 pontos de vantagem sobre Flávio BolsonaroCartaCapital
- Datafolha: Lula, 39%; Flávio Bolsonaro, 33%; Ronaldo Caiado; 5%; Renan Santos; 4%; Zema, 3%; Augusto Cury, 2%G1
- Datafolha: Lula tem 47% e Flávio marca 43% no segundo turnoValor Econômico
As notícias são contexto editorial. Não se afirma causalidade entre uma manchete e a variação das odds.
Como esta análise foi produzida
A página combina o corte fixo das 23:00 BRT, a variação calculada contra o dia anterior e uma seleção de manchetes com fonte identificada. A curadoria registra contexto possível, sem afirmar causalidade entre notícia e preço. Consulte a metodologia e a política editorial.